quarta-feira, 29 de outubro de 2008
terça-feira, 28 de outubro de 2008
ROLE MODELS
ALAN SHORE: se você não assiste Boston Legal (Justiça Sem Limites em terras tupiniquins), está perdendo um dos melhores seriados de advocacia da TV americana. Apesar de ter William Shatner tirando sarro dele mesmo (como um advogado sênior que se acha o máximo), o maior destaque é Alan Shore. Misógino, convencido, arrogante, inteligente e sarcástico, Shore esconde um homem cheio de princípios rígidos. Só que ele não mostra isso a toda hora. E mesmo assim, a mulherada cai em cima dele. O velho lance de tentar dobrar uma barra de ferro. Elas não conseguem. Shore usa de qualquer artimanha possível para vencer dentro e fora dos tribunais. Detalhe: o personagem começou na última temporada de The Practice, mas fez tanto sucesso de "mudou" de escritório quando a série foi cancelada.
DR. GREGORY HOUSE:é difícil imaginar na vida real alguém tão sem empatia. Um médico que gosta de doenças e odeio pacientes faz a nossa alegria com seu mau humor, frases desconcertantes e técnica de humilhar quem estiver na frente. Não que isso seja muito bom. O cara ja perdeu esposa, equipe e melhor amigo graças à sua falta de cortesia. E convenhamos, como médico ele deixa a desejar, porque seus pacientes passam pelo inferno até ele decobrir a real doença lá pelo finalzinho do episódio. OK, o pessoal sobrevive, mas não antes de ser vasculhado internamente por todos os orifícios.
Charles Francis Harper: esse leva a vida que queríamos ter. Não faz nada a não ser compor jingles medíocres, tem qualquer mulher que deseja e vive em Malibu! E não só isso! Também é amigo de Sean Penn, Elvis Costelo e Harry Dean Stanton. Charlie é o típico macho. Usa todo mundo, dispara chavecos lamentáveis e ainda manda bem na cama, fazendo com que mulherada se derreta por ele. Só não pode encontrar uma garota com personalidade ou que tenha idéias próprias, porque aí, ele vai trocar os pés pelas mãos e agir como um bebê chorão. Seu irmão Alan tem uma participação importante na sua vida: é seu saco de pancadas. Por isso, Charlie é o cara!
Donald Draper: o que dizer de um cara que é diretor de criação de uma agência de publicidade em 1960 e que na realidade não se chama Don Draper? Pois é, o charmoso e sério publicitário de Mad Men assumiu a identidade de um tenente morto quando lutou na Guerra da Coréia. Isso porque o fato de ser filho de uma prostituta e ter sido criado por tios que o lembravam disso a todo o tempo marcou profundamente a alma de Draper. E é por essa razão que ele trai sua lindíssima mulher, não deixa ninguém entrar na sua intimidade (nem ser chefe, o amigo mais próximo) e é temido por todos os funcionários (especialmente secretárias) da Sterling & Cooper. Só que, em contrapartida, é um tremendo publicitário.
Emerson Cod: o detetive de Pushing Daisies tem uma característica marcante: nada é melhor que dinheiro. Sendo assim, ao descobrir que Ned, o fazedor de tortas, podia ressuscitar mortos, ele já achou uma solução brilhante para ficar rico. Toda a vez que alguém é morto e se oferece uma recompensa para achar o assassino, ele interroga diretamente o defunto. Fácil, não? Além disso, Cod não curte pessoas vivas. Seus hobbies são tricô e fazer livros em pop-up (bem ao clima surreal do seriado), mas a amargura dele tem um motivo. Ele tem uma filha que não vê faz anos. Obviamente que não podemos esquecer de Tony Soprano e sua gangue, Dr McCoy, Higgins (de Magnum), Dr Smith e tantos outros que fazem com que os (somente) bonzinhos pareçam um pé-no-saco. Mas estes ficam como hour-concours!
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
AS MELHORES MÚSICAS DE TODOS OS TEMPOS SEGUNDO EU MESMO
Eu me considero uma pessoa com bom gosto para música. Tirando so citados na minha apresentação (ao lado), ouço de tudo e curto a maioria dos gêneros. Acho o mp3 e o IPOD, por exemplo, os inventos da década! Assim, aqui vai meu ranking (será polêmico, eu sei) do que considero o melhor em categorias que eu inventei, (portanto não me encha depois):Não sei quem foi que disse que quando os anjos falam com Deus, eles ouvem Bach e quando falam entre si ouvem Mozart, mas o louco austríaco era simplesmente o melhor compositor que já existiu. Essa missa, mostrada no final do filme Amadeus, é uma superposição de corais e ao ouví-la tem se a impressão que não foi um ser humano que a compôs. Porque é impossível pensar que alguém conseguiu ouvir isso na sua cabeça e transpor no papel. Aliás, quando eu morrer, quero que toquem no meu enterro. Confira aqui um vídeo.
Aqui vai sair pau, mas podem falar de Elvis, Beatles, Rolling Stones, Iron e o caramba a 4, mas essa música, falando de uma mulher que manda bem para dedéu na cama, para mim resume o que o rock é: uma transgressão para adolescentes eternos. Dos acordes de Angus Young à voz estridente de Brian Johnson, tudo é perfeito. Para os curiosos, existe um grupo chamado Full Blown Cherry que fez uma homenagem ao AC/DC regravando seus clássicos em rockabilly. A versão de You Shook Me All Night Long é uma das melhores! Quem quiser é só me escrever! Ouça a original aqui.
O melhor Jazz de todos os tempos: Take Five (Dave Brubeck Quartet)
Take Five apareceu no incrível album Time Out de 1959 e foi um hit na sua época. Isso, porque a música nada mais era que uma chance de mostrar o talento de Joe Morello na bateria, segundo o autor, Brubeck. O ritmo é contagiante, a atmosfera a mais cool possível e o sax de Paul Desmond soa como se estivesse passando veludo dentro de seu ouvido. A versão ao vivo de 1961 no Carnegie Hall consegue ser melhor ainda que a original! Veja uma versão aqui.
A melhor MPB de todos os tempos: Construção (Chico Buarque)
Quando Chico era contra o governo, ele era bom pacas! Quando os milicos foram embora, o cara parece ter perdido a raiva e a genialidade. A música é um poema narrando a morte de um trabalhador na contrução de um prédio. Só que a história é contada 3 vezes onde a última palavra é alterada (ou misturada, ouça e você entenderá). Se eu não me engano, pelo que li há muito tempo, a primeira versão é prosa, a segunda poesia e a terceira eu não me lembro. E ainda tem melodia de programa policial de rádio e emenda com Deus Lhe Pague, esse sim, um protesto dos bons! Veja aqui.
O melhor Reggae de todos os tempos: Não há (Reggae é ruim e odeio Reggae)
A melhor regravação que não tem nada a ver com a original: With a Little Help From My Friends (Joe Cocker) & Bridge Over Troubled Water (Quincy Jones)
Como pode um cara pegar uma baladinha besta pacas e transformar num lamento incrível, cativante, quase beirando um blues? Joe Cocker conseguiu isso em 1969, transformando-o em um astro e detonando em Woodstock. Aliás, a versão de estúdio tinha Jimmy Page nas guitarras.
Já Quincy Jones pegou a musiquinha sem sal de Simon & Garfield e verteu num rhythm & blues no álbum Gula Matari de 1971. É infinitamente superior à original e tem um pequeno mas profundo solo de guitarra de detona!
Joe Cocker está aqui e Quincy Jones aqui.
O melhor solo improvisado de todos os tempos: o saxofone de Diminuendo & Crescendo in Blues (Paul Gonçalves e a orquestra de Duke Ellington) Em 1956 Duke Ellington, o maior compositor americano de todos os tempos, estava no ostracismo, por incrível que pareça. Aí, o duque foi convidado para se apresentar no seletíssimo Newport Festival. Lá pelas tantas, o público já cansado começou a deixar o espetáculo na metade. Ellington terminou o que estava tocando e tascou Diminuendo & Crescendo. Só que Paul Gonçalves, um de seus saxofonistas, se entusiasmou e começou a improvisar um solo que durou 6 minutos!!! O público que estava saindo voltou e Ellington retornou às paradas! Se jazz é improviso, essa música é o que mais representa o gênero. Esta não é a versão de Newport, mas veja Golçalves aqui.
O melhor pé na bunda musical de todos os tempos: Eye In The Sky (Alan Parsons Project)
Leia a letra. O cara pede para a menina parar de se desculpar, parar de virar a mesa, que as chances acabaram, que ele sacou o que ela é, apesar de que o sol nos olhos dela é uma dessas mentiras que valem a pena serem acreditadas. É o máximo! Eu queria dar um pé na bunda desses (mas já levei um parecido). Ouça aqui.
O melhor Blues de todos os tempos: Gambler´s Blues (Otis Rush)
A música é de BB King, mas a versão à la Chicago Style, com metais, baixo dominante e um solo rasgante de guitarra que Otis Rush montou faz com que você queira se chacoalhar todo e chamar sua goomah de cretina! Veja aqui.
O melhor Country de todos os tempos: The Devil Went Down to Georgia (Charlie Daniels Band)
Essa já apareceu até num episódio de Os Gatões e acompanhou (e muito) algumas baladas lá nos meus 15 anos de idade num incrível fusca azul calcinha (não é, Tadeu?). O diabo vai disputar um duelo de violinos com Johnny e perde! Anos depois eles fizeram a revanche com The Devil Went Back to Georgia com Johnny Cash e Travis Tritt nos vocais. O duelo original está aqui e a revanche aqui.
A melhor história parecida com novela mexicana numa música de todos os tempos: The Baron (Johnny Cash)
Essa é de doer de tão boa! O barão vai jogar snooker com Billy Joe (não confundir com o chatíssimo cantor pop) e lá pelas tantas, detonando no jogo, descobre que o moleque é na realidade seu filho! UAU! O jogo nunca terminou, a bola oito nunca caiu, segundo a letra. Ah, e no refrão ele ainda detona o moleque: se eu tivesse te conhecido antes, você jogaria melhor! Assista o clipe aqui.
A melhor música que o Sidney Magal deveria ter gravado de todos os tempos: She Bangs (Ricky Martin)
Eu não sei porque toda vez que eu ouço essa canção penso em Sidney Magal, mas a psiquiatra não comentou nada porque nesses casos não se deve contrariar. O clipe, cehio de coisas que Ricky Martin não curte está aqui.
O melhor tema orquestrado de seriado de TV: Galáctica - primeira versão
Caramba, só o começo era de arrepiar com os trompetes tocando a toda! No further questions. The video is here.
O melhor tema cantado de seriado de TV: Final Frontier (Mad About You) & Woke Up This Morning (The Sopranos)
Além de escrever, dirigir, produzir e estrelar o seriado mais perfeito sobre relação homem-mulher, Paul Reiser também é co-autor da música. A versão com Anita Baker, que consta da trilha, acabou ficando mais famosa e usada nos últimos episódios. Assista a abertura aqui.
Já Woke Up This Morning existia antes do seriado ter sido pensado e se encaixou como uma luva para a figura macabra de Tony Soprano. É cantada pelo conjunto Alabama 3. Veja Soprano chegando em casa aqui.
O tema de seriado mais versátil e inteligente de todos os tempos: Seinfeld
Um solinho de baixo, uns metais e pronto! Está feita uma música para se usar em todos os episódios e a todo momento. Genial como a série (é meu som no celular!!!). Ouça aqui.
Os melhores temas inesquecíveis de filme de todos os tempos: James Bond Theme (Monty Norman), Mission Impossible Theme (Lalo Schifrin), The Pink Panther Theme (Henry Mancini)
Por que um empate triplo? Porque já nos primeiros acordes você já sabe do que se trata. Depois, nunca mais vão conseguir se desvencilhar dos seus personagens. E terceiro, o tema de Bond já remete a filme de espião, o de Missão a coisas difíceis de serem feitas e o da Pantera...bem..... à classe, sensualidade e porque não dizer, erotismo?
O melhor tema instrumental de desenho animado de todos os tempos: Jonny Quest
Vai encarar? Pega eu! A abertura do desenho está aqui. E o final aqui.
O melhor tema cantado de desenho animado de todos os tempos: George of the Jungle
Além da paródia de Tarzã ser engraçadíssima, o tema é para lá de criativo com aqueles tambores batendo e o coral gritando Watch ou for the tree! O filme com Brendan Fraser também é legal! Relembre aqui.
A música mais engraçada sobre sexo de todos os tempos: Friggin´ in the Riggin´ (Sex Pistols)
Leia a letra aqui e comente depois. É uma sacanagem só. E ouça aqui.
A pior música do Queen de todos os tempos: Radio Gaga
Putz, como é que uns caras que nos deram Bohemian Rapsody, Crazy Little Thing Called Love, Another One Bites the Dust, We are the Champions etc etc etc criaram essa porcaria? E ainda fez sucesso!
(e finalmente)
O melhor compacto single com a música mais impactante que um cara de 14 anos de idade poderia ouvir numa viagem com amigos com um momento surpreendente e revelador do que poderia pintar no futuro: Under Pressure (Queen)
Lá fomos nós "viajar" para a represa do Guarapiranga para visitar um amigo de escola e Johnny Lo tira da mochila o compacto recém-lançado de Under Pressure. Foi só escutar pela primeira vez que a música me marcou para sempre. Ah sim, também serviu de trilha sonora para um momento naquele fim-de-semana, onde biquini de uma menina escapou e vi seu peito ao vivo e em cores ena minha frente, pela primeira vez.... capicci? Veja aqui. O clipe não os peitos da menina.
Por hoje é muito. Em breve postarei mais categorias absurdas para músicas e um dos posts sobre vídeo-clips.
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
CURRÍCULOS CAMPEÕES
MEU NOME?
Lxxxx Lxxxx Bxxxxxx – 23 anos. Não vou colocar meu cpf porque agora virou moda pedir cpf, meu nome está no SPC, mas não é porque sou caloteiro é porque estou com um débito alto da faculdade e estou sem grana para pagar. Agora se vocês me derem a oportunidade de trabalho com certeza pagarei mais rápido.
ENDEREÇO?
Eu moro no bairro de Nazaré – Salvador/ Ba. Não preciso mencionar a rua, pois acredito que no momento vocês não virão me visitar e nem me enviarão correspondências.
CONTATO
É, o telefone eu posso dar caso vocês queiram me ligar pra marcar uma entrevista. XXXX-5486/ XXXX-9515
Email: lxxxxxxxx@gmail.com
FORMAÇÃO ACADÊMICA
Estava cursando Produção Editorial na Hélio Rocha. Tranquei por problemas técnicos (no bolso), pretendo resolver o mais rápido possível para voltar logo!
EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL
A minha é grande! (Para quem tem 23 anos)
Estagiei na Petrobrás Distribuidora S/A. em 2001. Assim que sai de lá fui trabalhar numa locadora de filmes na graça. Fiquei dois meses porque A Fórmula uma empresa maior (e melhor) me chamou, comecei lá em 2002 sai em 2005 foi a empresa que durei mais. Era muito boa, lá eu aprendi melhor relacionamento humano, como lidar com colegas de trabalho, infelizmente o meu horário de trabalho estava atrapalhando na faculdade. (Uma pena, mas a fila anda). Coincidiu que no mesmo mês a Atento (Vivo) me chamou e eram 6 horas, não atrapalhava na faculdade. Achei que lá era o Paraíso Tropical, mas de Paraíso não tinha nada. Era um trabalho chato e estressante. (Eu sou agitado, apesar de não parecer) detesto ficar sentado muito tempo. Depois de um ano quebrei as correntes da escravidão e fui pra uma locadora falida lá em Vilas do Atlântico (Vídeo Vilas). Lá eram 5 horas e pagava legal, mas como felicidade de pobre dura pouco; eu tinha um chefe-infernal (Estilo Meryl Streep em “O Diabo Veste Prada”) agüentei seis meses e pedi pra sair. Depois de três meses na dança-do-desempregado fui dar aulas de informática no colégio Mundial (Vila Laura) lá era tudo ótimo, chefe, colegas, alunos, só que como nada é perfeito o salário não era lá uma Brastemp. Quando estava me acostumado com o lugar, a empresa Politec que presta serviços pra Caixa me chamou pra seleção e blá, blá, blá. O salário era melhor e como a grana fala mais alto (ou melhor gritaaaaa!) pedi pra sair do colégio com o broken heart, mas fazer o quê? É a vida é bonita e é bonita...Viver e não ter a vergonha de ser feliz. Agora estou aqui sendo sincero com vocês sabendo que meu New Currículo vai parar na próxima lixeira.
IDIOMA
Antes eu mentia colocando no currículo que tinha Inglês – fluente e Espanhol - básico
Tudo balela! Em Inglês, só sei What´s your name, How are you e etc.
Aliás, não sei pra que pedem inglês no currículo, sei da importância de possuir um Idioma e pretendo aprender o inglês e outra língua que puder, mas realmente inglês para exercer funções simples é desnecessário.
CURSOS
Tenho os básicos Telemarketing, Informática (já com Windows Vista), Atendimento a clientes e Vendas, Relacionamento Humano, Comédia Coorporativa.
TALENTOS
Não é querendo me gabar, mas é o que eu possuo de melhor, infelizmente nos cargos que ocupei não tive a oportunidade de mostrar meus talentos. Só na A Fórmula que tive a oportunidade de organizar alguns eventos e mostrar um pouco minhas facetas.
Obs: A iniciativa de criar este currículo foi para inovar, porque assim vocês ficam me conhecendo melhor e evitam o transtorno de me chamar para uma entrevista fazer eu gastar R$ 4,00 de transporte e me reprovarem numa dinâmica, poupa meu bolso e poupa o tempo de vocês. E tem mais! Este currículo é só para pessoas dinâmicas e com a cabeça aberta, se você for antiquado (a), museu, tiver alma de “velho” com certeza jogará este currículo na lixeira. Mas estará perdendo a grande oportunidade de me conhecer! Desde já agradeço a atenção.
E agora, vejam esse aqui:
MAIS UM TRAILER PARA WATCHMEN
Como eu consegui os arquivos dos cartazes do filme (cada um com um personagem), aproveito e posto também! São muito bons e imitando as capas do gibi! Espero que saia aqui nos cinemas como pôster (o que duvido muito).





segunda-feira, 20 de outubro de 2008
FILME DO FINDE (UM SÓ, POR INCRÍVEL QUE PAREÇA)
Quando Sex & The City surgiu na TV não curti. Achei feminino demais e beirando a telenovela. Tempos atrás, poré, redescobri a série e passei a curtir as aventuras das quatro moças em New York, e achando os roteiros inteligentíssimos. Foram 6 temporadas na TV com Sarah Jessica Parker fazendo as vezes da autora do livro original, Kim Catrall como a safadíssima Samantha, Kristin Davis como a romântica Charlotte e Cyntia Nixon como a durona Miranda. Encerrada em 2004, desde esse ano havia a idéia de se fazer um filme que "encerrasse" a série. Acontece que Kim Catrall não topou participar ganhando metade do que Sarah Jessica levava, então foram anos de negociação para se chegar a esse longa. E valeu a pena. O filme é divertidíssimo, bem no espírito da TV com as moças já nos 40 anos de idade se resolvendo, finalmente, depois de uma vida cheia de sexo e homens pífios. Dá para rir bastante mas exige um pequeno conhecimento prévio dos personagens. Tem um final legal e é uma boa pedida para um dia sem graça. Como Hollywood gosta de encher o saco, apesar da resolução dos personagens, de um fim definitivo no filme, já estão planejando uma parte 2. É de doer mesmo!

