quarta-feira, 4 de junho de 2008

SE JOÃO GILBERTO FOSSE INGLÊS...

Estava eu no banheiro do Shopping Villa-Lobos, quando, escutando aquelas muzak que eles adoram colocar como música ambiente, notei que era Brain Damage do Pink Floyd em ritmo de bossa nova. Obviamente que a curiosidade foi grande e lá fui eu googar o que diabos é isso. Floyd - A Chillout Experience é um CD da EMI, lançado em 2006, justamente suavizando as músicas do grupo inglês e regravando-as com um vocal feminino do ritmo chillout ou tecno bossa nova. Para vocês que não sabem o que é chillout, poupo o trabalho de pesquisar porque eu também não sabia o que era e, mais uma vez, googuei. Segundo a Wikipedia, Chill out (ou chillout) é um termo derivado do calão para a palavra "relaxar" em inglês, emergido nos inícios e meios da década de 1990 como um termo geral para vários estilos de música de relativa melodia e baixo tempo feitas por produtores contemporâneos na música eletrônica. (...) É por vezes chamada de "techno suave".
Enfim, estou escutando as faixas e é muito legal, ótimo para um relax total me boa companhia. A experiência traz as seguintes faixas:

01. Wish You Were Here
02. Brain Damage
03. Mother
04. Money
05. Time
06. Another Brick In The Wall-Part 2
07. Pigs On The Wing-Part 1
08. Shine On You Crazy Diamond-Part 1
09. Comfortably Numb
10. Hey You
11. Learning To Fly
12. The Great Gig In The Sky

Compre, baixe, roube e divirta-se!

terça-feira, 3 de junho de 2008

ORKUT: TOTAL SEM NOÇÃO

Eu não quero postar baixaria aqui, mas essa merece. Acho o Orkut, que começou bem, um atraso de vida hoje em dia. As pessoas parecem ter perdido a noção de privacidade e de proteção ao seu próprio bem-estar. Por favor vejam a sequencia abaixo. É simplesmente genial! O que deu na cabeça dessa menina de se entregar desse jeito? Clique nas imagens para ler!




domingo, 1 de junho de 2008

PARA A BRUNA....


FALTAM SÓ 20 DIAS.....

DADOS ESTATÍSTICOS DO POVO BRASILEIRO

Um estudo recente conduzido pela Universidade Federal do Rio de Janeiro mostrou que cada brasileiro caminha em média 1.440 km por ano.

Outro estudo feito pela Associação Médica Brasileira mostrou que na média o brasileiro toma 86 litros de cerveja por ano.

Isso significa que na média, o brasileiro faz 16,7 km por litro, ou seja, tá econômico!

sexta-feira, 30 de maio de 2008

GRANDES DISCURSOS DO CINEMA - parte 1- II Guerra!

Olá, Paisan! Se tem uma coisa que me inspira são bons textos, especialmente nas pellicolas antigas. Porque hoje, você vai ao cinema e ouve cada baboseira que dói. Assim, resolvi selecionar o que acredito ser os grandes discursos do cinema. É uma boa desculpa para você ver os filmes e quem sabe, aprender algo. Além disso, se clicar em cada trecho que pus você poderá lê-los, na íntegra em inglês (sem legendas).


Na batalha do tribunal entre nazistas e aliados em Julgamento em Nuremberg (1961), três grandes falas roubam o filme, mostrando o que é cidadania, responsabilidade e política.

Do ex-Chefe do Supremo Tribunal de Justiça alemão, um dos acusados, feito magistralmente por Burt Lancaster:

Onde nós estávamos? Onde estávamos quando Hitler começou a alardear seu ódio no Reichstag? Onde estávamos quando nossos vizinhos eram levados na calada da noite para Dachau? Onde estávamos quando cada vila na Alemanha tinha um estação onde trens de carga estavam cheios de crianças indo para o extermínio? Onde estávamos quando à noite elas gritavam por nós? Surdos, burros e cegos!

Do discurso de defesa do advogado alemão interpretado por Maximilliam Schell:

O mundo não sabia das intenções do III Reich? Não apareciam nas transmissões globais dos discursos de Hitler? Não leu essas intenções em Mein Kampf, publicado em todo canto do mundo? Onde está a responsabilidade da União Soviética que assinou um pacto de não agressão em 1939? A URSS não deve ser considerada culpada? Onde está a responsabilidade do Vaticano que em 1933 assinou um acordo com Hitler dando-lhe, pela primeira vez, tremendo prestígio? Não devemos considerar o Vaticano culpado? (...) Onde está a responsabilidade dos industriais americanos que ajudaram Hitler a reerguer a indústria de armamentos alemã e lucraram com isso. Não devemos considerar os americanos culpados?

E do Juiz americano (Spencer Tracy) numa das frases mais lindas que já ouvi:

Um país não é um pedaço de rocha. Não é a extensão de uma pessoa. É aquilo pelo qual ele (país) se sustenta. É aquilo pelo qual ele se sustenta, quando sustentar algo é o mais difícil. Frente às pessoas do mundo que seja mostrado aqui, em nossa decisão, o que nós sustentamos: justiça, verdade e o valor de um único ser humano!

E se estamos falando de II Guerra, que tal esse trecho do discurso inicial de PATTON, estrelado por George C Scott, que conta a biografia do mais brilhante e mais desequilbrado general americano desta época:

Agora, eu quero lembrar a vocês que nenhum bastardo jamais ganhou uma guerra morrendo por seu país. Ele ganhou fazendo com que o outro pobre estúpido bastardo morresse pelo outro país.

Ou ainda o Capitão Miller (Tom Hanks) em O Resgate do Soldado Ryan:

Ryan? Eu não sei nada sobre Ryan. Não me interessa. O homem não diz nada a mim. É só um nome. Mas, se - você sabe - se ir para Ramel e achar ele, assim poder ir para casa, se isso me dá o direito de voltar para minha esposa, bem, então essa é minha missão. Você quer ir embora? Você quer abandonar a missão e lutar a guerra? Está bem. Está bem, eu não vou lhe impedir. Nem vou citar isso na papelada. Eu só sei que a cada homem que mato, mais longe fico de casa.

E finalmente, o libelo pacifista de O Grande Ditador de Chaplin que, antes da guerra conmeçar, já anteviu as ações dos nazistas:

Soldados! Não se entreguem aos brutos., homens que desprezam vocês, escravizam vocês, que regram suas vidas, dizem o que devem fazer, o que devem pensar e como sentir (...) Vocês tem o amor da humanidade em seus corações. Vocês não odeiam; só os não-amados odeiam, os não amados e os desnaturados! Não lutem pela escravidão! Lutem pela liberdade!

quarta-feira, 28 de maio de 2008

O CONSIGLIERI RECOMENDA VELHAS CANÇÕES COM RITMOS NOVOS

Sei que você, paisan, como um leitor da VIP, gosta de uma música mais sofisticada, mais bem estruturada (geralmente acompanhada de um bom vino). O problema é que sua goomah já prefere aqueles bate-estacas que tocam em danceteria e acham que o bom é o tecno, certo? Pois bem, este vecchio goodfella tem três ótimas soluções para aliar as duas coisas e deixar todo mundo feliz.


Verve Remixed: o selo Verve, fundado em 1956, e que abrigou grandes jazzistas como Stan Getz, Ellington, Peterson, Basie, entre outros, lançou em 2002, o projeto Verve Remixed, intercambiando vozes do jazz com música eletrônica. São três Cds fantásticos (e mais um quarto com a obra completa), que fazem até o mais ortodoxo fanático pelos clássicos cair na dança. Destaques para Speak Low com Billie Holiday cantando e remixado pelo grupo inglês Bent, Fever – a mais erótica canção já feita por um ser humano- com Adam Freeland, e vocal de Sarah Vaughan e ainda Peter Gunn com Mrs Vaughan e releitura de Max Sedgley, protegido de Fat Boy Slim .


Propellerheads: grupo eletrônico inglês cujo nome é uma gíria americana para nerd (lembra nos gibis aqueles bonês com uam hélice no topo? É um propellerhead), surgiu em 1996 com DIVE!. Depois se juntaram a David Arnold, atual compositor dos filmes de James Bond, regravando o tema de 007 A Serviço de Sua Majestade no projeto Shaken and Stirrred (ótimo, se conseguir achar por aí, compre - ou baixe) e participaram da trilha de 007 O Amanhã Nunca Morre, fazendo a música da perseguição de carros no estacionamento na Alemanha). A obra mais famosa desse grupo é Decksandrumsandrockandroll. Uma das faixas desse CD, Spybreak foi usada como trilha de fundo para a famosa cena do ataque ao lobby de um prédio no primeiro Matrix (ou como diria um amicco mio, a mais cara propaganda de óculos escuros já produzida). E o que eles tem a ver com jazz? Ouça History Repeating com vocais da Dame Shirley Bassey (aquela que berrava como uma louca na ótima música-tema de Goldfinger) ou o que eles fizeram com o tema da Pantera Cor-de-Rosa e você saberá.



Gotan Project: trio formado por um argentino, um francês e um suíço, são um dos maiores expoentes do tango eletrônico. Sim, bello, os caras conseguiram pegar um ritmo quadrado como o tango, manter elementos esseciais como o acordeon e dar uma batida mais moderna e muito envolvente. Entre 2000 e 2006, lançaram 5 Cds, mas os dois mais famosos são La Revancha del Tango e Lunático. Participaram também do Verve Remixed, numa regravação de Whatever Lola Wants com, ela de novo, Sarah Vaughan. É um trabalho tão bem feito que você tem a nítida impressão que a (já falecida) diva americana propositalmente gravou um tanguito no século 21. Vi o show único que eles fizeram em São Paulo no ano passado e foi realmente incrível!

Mas se, mesmo assim, aquele famoso amicco seu disser que bom mesmo é Pet Shop Boys, você já sabe. Fala comigo. Garanto que ele vai curtir bate-estaca. Amarrado a um. Ciao.

segunda-feira, 26 de maio de 2008

EXPOSIÇÃO STAR WARS

Ontem fui ver a Exposição Star Wars no subsolo do Pavilhão da Bienal no Ibirapuera. Ela está lá desde março e vai até 20 de julho. São 200 peças originais dos 6 filmes tais como desenhos conceituais, figurinos, máscaras, modelos de naves e de robôs e 4 naves em tamanho natural (aquela moto voadora do Retorno no Jedi, o caça do Anakin nos novos filmes, o Podracer que ele usou no corrida do Ameaça Fantasma e o "carro-voador" do Obi_wan nos filmes novos). É bem interessante, mas não vale os R$ 30,00 de ingresso. Se você tiver Itaucard, paga só um ingresso e ganha outro de graça. Aí sim, fica legal de entrar. Ou clique na figura acima.

O legal é ver a reação do público, morna, até entrar na sala onde está Darth Vader. Ele é o cara! O grande herói da saga e o ser que trouxe equilíbrio à Força (ainda bem, porque ser Jedi era um pé no saco......ô bando de gente metida a besta, sô).